quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Ciclo do Nitrogênio

O Nitrogênio representa cerca de 78% da atmosfera terrestre. Porém apenas as bactérias e as algas azuis conseguem assimilar o nitrogênio da atmosfera e conseguir transformá-lo em algo que pode ser utilizado pelas células. As rochas da superfície terrestre constituem a fonte primária de nitrogênio, este penetra no solo, indiretamente por meio da atmosfera, e, através do solo, penetra nas plantas que crescem sobre ele. 
O ciclo do nitrogênio se divide em basicamente dois processos, sendo eles: Amonificação e a Nitrificação.
No solo o nitrogênio é proveniente de materiais orgânicos mortos. A amonificação é realizada por fungos e bactérias e, consiste na liberação de amônia no processo de decomposição microbiana.
A nitrificação é realizada pelas bactérias que tem capacidade de oxidar a amônia. Esse processo produz energia e essa energia é utilizada para a redução do dióxido de carbono. Este processo é dividido em dois estágios. No primeiro estágio ocorre a oxidação da amônia em nitrito. Já no segundo ocorre a transformação de nitrito em nitrato.
Durante o ciclo sempre há uma quantidade de nitrogênio que é perdida, assim tornando-se inutilizável pela planta. Esse nitrogênio é perdido principalmente pela remoção de plantas do solo, pela erosão, pelo fogo, ou também pela lixiviação (processo de extração de uma substância presente em componentes sólidos através da sua dissolução num líquido).
O nitrogênio, constantemente retirado do solo, é também constantemente fixado nele por meio de micro-organismos. Os principais seres responsáveis pela fixação do nitrogênio, como é conhecido o processo, são as bactérias não simbióticas do Gênero Azotobacter.

Referencia: SOBIOLOGIA. Ciclo do Nitrogênio. Disponível em: <http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Ar/nitrogenio.php>. Acesso em: 05/12/2013

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